Previstas para a Copa, obras ficam para 2016

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A Copa do Mundo já passou, mas há um conjunto de obras prometidas ainda para o Mundial que só ficará pronto, com sorte, para a Olimpíada de 2016. Algumas das obras selecionadas em levantamento feito pela reportagem, cujos investimentos somam R$ 3,2 bilhões, não têm nem data para a conclusão. Outras foram abandonadas no meio do caminho pelas construtoras.

O atraso atinge, sobretudo, os empreendimentos de mobilidade, que foram “vendidos” à população como o principal legado dos grandes eventos.

Os dados globais de gastos com a Copa, reunidos pela Controladoria-Geral da União (CGU), confirmam a lentidão governamental. O órgão monitora o andamento de 324 ações voltadas ao Mundial, entre obras e programas como o de segurança e informação ao turista. No conjunto, elas somam R$ 25,4 bilhões. Mas, até setembro, haviam sido desembolsados R$ 17,1 bilhões – ou 67,3% do total. A diferença refere-se, principalmente, a obras ainda não concluídas.

De maneira geral, os gestores culpam o processo de licenciamento ambiental, as desapropriações e as interferências em redes públicas de saneamento e energia pela demora na conclusão das obras. Outra queixa comum são as dificuldades em obter liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Há indefinição também quanto à conclusão das obras nos aeroportos de Manaus e Cuiabá. O cronograma está sendo redefinido, segundo informou a Infraero. Isso porque as obras precisaram ser suspensas durante a Copa, o que jogou os prazos de conclusão para frente. Segundo a estatal, pode haver aditivos de prazo e também de preço. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Portal No Ar 

Pousada Sagi Iti coloca RN entre os ganhadores do prêmio “O Melhor de Viagem 2014/2015″

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O tradicional prêmio “O Melhor de Viagem” homenageou, na noite da última quinta-feira (25/09), durante sua edição 2014/2015, os principais destinos, serviços e empresas de turismo nacionais e internacionais da atualidade. A Pousada Sagi Iti, que está localizada na praia de Sagi, no município de Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, foi eleita a maior Inovação do ano, categoria inédita na premiação.

O empreendimento chama a atenção pela seriedade com que trata os conceitos de sustentabilidade e responsabilidade social. Quando a inaugurou, o capixaba Jares Ponciano doou 700 livros para a abertura de uma biblioteca na pequena vila de pescadores, reformou a igreja, pintou casas do entorno, espalhou latões de lixo nas ruas, levantou fundos para erguer uma torre de sinal de internet e ainda organizou uma mostra de cinema com filmes do Nordeste, que está em sua segunda edição.

Do Nordeste, coube ao Ceará os outros dos prêmios. Sagraram-se campeões o parque aquático Beach Park, de Aquiraz, escolhido o “melhor parque temático brasileiro” por seus superbrinquedos, monitores atentos e um sério e constante trabalho de manutenção; e o Zorah Beach Hotel, de decoração e gastronomia com inspiração asiática, localizado na praia do Guajiru, em Trairi, que levou o título de “Melhor Hotel”.

O evento de premiação, realizado no Terraço Abril, contou com a presença de importantes nomes do setor e com uma apresentação do ator e comediante Arthur Kohl, do grupo Terça Insana. Os grandes vencedores foram eleitos pelo público, em votação na Internet, pela equipe do Guia Quatro Rodas e por um júri formado por especialistas convidados e jornalistas e colaboradores da Viagem e Turismo.

O prêmio “O Melhor de Viagem 2014/2015” foi realizado pela revista Viagem e Turismo e pelo Guia Quatro Rodas, as duas principais publicações do núcleo Turismo da Editora Abril.

Fonte: Blog E-Turismo 

Governo admite que obras de acesso ao aeroporto não serão concluídas em 2014

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O próximo governador é quem vai definir o prazo de conclusão das obras dos acessos Norte (BR-406) e Sul (BR-304) ao aeroporto Aluízio Alves em São Gonçalo do Amarante, que estão paralisadas por falta de planejamento. Há pendências do Governo do Estado e da construtora EIT Engenharia para que as obras sejam retomadas. “Eu estou preparando para até o final do ano deixar a obra sem nenhuma dessas pendências”, assinalou o diretor-geral do DER-RN, Demétrio Torres. Não há tempo hábil para que as obras que devem ser retomadas esta semana sejam concluídas até o final deste governo, dia 31 de dezembro, explicou Demétrio Torres. “Nós vamos fazer o máximo que puder fazer”, argumentou o secretário.As obras orçadas em R$ 72.198.549,57 estão paralisadas desde o dia 12 de agosto, mas já vinham sendo executadas com lentidão. Elas compõem a Via Metropolitana, que inclui os acessos ao aeroporto pela BR-406 (Ceará-Mirim), BR-304 (Macaíba) e RN-160 (São Gonçalo do Amarante). No acesso Norte, as obras pararam com parte do asfalto concluído, mas falta ainda a duplicação da BR-406 a partir do bairro do Parque dos Coqueiros, na Zona Norte, até Ceará-Mirim, e finalização do aeroporto por esta via. Por enquanto, o tráfego neste sentido é feito por um desvio. Situação mais precária são as obras do acesso Sul que vai fazer a ligação entre Macaíba e o aeroporto pela BR-304. Foi feita apenas a terraplenagem, mas no trecho próximo a São Gonçalo o mato já está tomando conta e há erosão provocada pelas chuvas. O viaduto da BR-406, uma das obras em atraso, deverá ser uma a primeira depois da retomada. As 24 vigas já estão prontas e o único trabalho será transportá-las do canteiro de obras e colocá-las sobre os pilares que já estão prontos. Depois, é só concretar a parte de cima do viaduto, explicou o diretor do DER. O acesso sul terá 4,3 km do anel da Via Metropolitana até o Rio Jundiaí em Macaíba. Segundo Torres, as fundações da ponte sobre o Rio Potengi já estão prontas. Demétrio Torres explicou que as obras têm duas fontes de financiamento, o PAC da Copa via Caixa Econômica Federal e Proinveste (Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal) do Banco do Brasil. Não há problema com a Caixa mas existem pendências do Governo do Estado com o Proinveste, comentou do diretor-geral do DER. Segundo ele, falta o agente financeiro, o Banco do Brasil, aprovar a prestação de contas. Os recursos dessa fonte representam 12% (R$ 8,6 milhões) do total das obras de acesso. “É a menor parte do valor da obras”, alegou Torres.A paralisação das obras obras por mais de 60 dias, de acordo com o diretor-geral do DER, também é de responsabilidade da EIT Engenharia que como executora, não enviou toda documentação necessária à Caixa. O banco só liberada recursos com a documentação completa do Governo e da empreiteira. Por isso, explicou, o Governo do Estado não pôde fazer o pagamento das faturas à EIT.Até a semana passada, explicou Torres, o DER já havia pago o correspondente a 88% das faturas e esta semana, ainda, as obras devem ser reiniciadas. Outro fator que contribuiu para a demorada na retomada era a usina de fabricação de asfalto que estava no canteiro de obras do aeroporto. Foi desmontada e deslocada para fabricar o asfalto dos acessos.

Fonte: Novo Jornal 

Governo admite que obras de acesso ao aeroporto não serão concluídas em 2014

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Receita lança sistema para atacar contrabando em aeroportos

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